Olá! Vamos revelar?!

Olá! Vamos revelar?!
É hora de sabermos o que se passe dentro da cabeça de uma pessoa transexual de verdade. Vejamos tudo com muita cautela e sem julgamentos hein!
Resolvi criar este Blog para solucionar algumas questões sobre a transexualidade e também para falar um pouco da sexualidade humana com base em minha experiência de vida. vou esclarecer dúvidas, vou denunciar, vou contar babados... fortes.... de quem eu achar interessante! Ok então vamos começar?

quarta-feira, 21 de março de 2012

Conquistas

 Alguns movimentos gays do Brasil, inclusive o influente GGB(Grupo Gay da Bahia) estao achando muito pouco esta nomeação. dizem que isto é apenas uma atitude simpática do governo. Eu acredito que, claro, podemos muito mais e merecemos, mas sei que em nossa realidade nao temos tantas pessoas gays que são capazes e militantes de assumir qualquer cargo. Temos que ser realistas, nossa vida esta mudando para melhor por causa de apenas uns poucos travestis, transexuais, gays, lésbicas e bissexuais que estão se empenhando muito para mudar  nosso dia-a-dia o resto so esta querendo festa, sexo, droga e afetação.(Brenda Santunioni)
 
 
Gabriel Carvalho
Do UOL Notícias, em Salvador

Ela nasceu homem, mas faz questão de não pronunciar o nome de batismo. Aos 20 anos, assumiu a identidade de Paulett Furacão e se transformou numa ativista da causa LGBT , que defende os direitos das lésbicas, gays, bissexuais e transexuais. Agora, aos 25, foi nomeada para o cargo de coordenadora do Núcleo LGBT da Secretaria Estadual de Justiça, Cidadania e Direitos Humanos. É a primeira transexual a assumir um cargo público no governo da Bahia.
Negra, transexual e crescida no violento bairro do Nordeste de Amaralina, em Salvador, Paulett disse que os momentos mais difíceis que passou ocorreram na adolescência. “Tive que abandonar a escola no meio do segundo grau (ensino médio), pois era um inferno. Sempre gostei de estudar, mas os colegas me batiam, humilhavam, xingavam... era um verdadeiro inferno”, disse ao UOL por telefone.
Apesar de contar com a compreensão dos parentes e com o acolhimento dos amigos e vizinhos, ela disse que era difícil ter que se vestir e se comportar como homem. “Uma vez, quando tinha 16 anos, meus pais me levaram para comprar roupas, e para me livrar logo da situação, chegava a levar diversas peças (masculinas) repetidas para casa.
O engajamento no combate à homofobia veio após o assassinato do travesti conhecido como Laleska de Capri, o que fez com que Paulett fosse uma das fundadoras de uma associação que defende o direito dos homossexuais.
Agora, à frente do núcleo LGBT do governo, ela disse que os desafios são ainda maiores. “O primeiro é perder esse titulo de única transexual dentro do governo”, afirmou. “O outro, mais complicado, é obter recursos para desenvolver as ações dentro do núcleo que assumiu dentro do governo.”
“Estamos começando, ainda não temos um orçamento, mas vamos fazer parcerias para promover campanhas de conscientização, fazer com que as pessoas tenham acesso à informação e levar o combate à homofobia para as instituições educacionais”, disse.
Paulett lembra ainda que o preconceito, em muitos dos casos, acaba empurrando homossexuais, principalmente travestis e transexuais, para a marginalidade. “As que têm mais sorte conseguem obter um trabalho como cabeleireira ou manicure, mas a maioria acaba mesmo vivendo da prostituição. Também queremos ver essas pessoas em funções como advogadas, jornalistas, administradoras, dentre outras”, afirmou.
“Passo simpático”
Fundador do Grupo Gay da Bahia (GGB), o antropólogo Luiz Mott, afirmou que a nomeação de Paulett para uma função dentro do governo “é um passo simpático”, mas alerta que é preciso que sejam tomadas medidas concretas para o combate à violência contra os homossexuais.
De acordo com levantamentos anuais realizados pelo GGB, através de registros na imprensa e de comitês de combate à violência contra gays, lésbicas, transexuais e travestis, 81 homossexuais foram assassinados no Brasil até a primeira semana de março.
Ainda segundo o estudo, foram 272 homicídios no ano passado e 260 em 2010. A Bahia é um dos líderes do ranking de mortes por motivos homofóbicos, o que corresponde a 10% dos assassinatos registrados em todo o país. Para Mott, são necessárias campanhas de alto impacto para que as pessoas passem a respeitar os homossexuais como cidadãos.
O atual presidente do GGB, Marcelo Cerqueira, disse que a nomeação de Paulett na Secretaria de Justiça do governo é um ato de importante simbologia e que o próximo passo é garantir a uma transexual um assento no Conselho Estadual da Mulher.
Se no Executivo Estadual Paulett é foi a primeira transexual a assumir um cargo público, no Legislativo de Salvador, a dançarina e travesti Leo Kret do Brasil (PR) foi a primeira a conquistar uma vaga na Câmara Municipal, ao receber 12.860 votos nas eleições de 2008.

terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Nomes em delegacias no Rio de Janeiro

Travestis e transexuais já podem usar seus nomes sociais em boletins de ocorrência no Rio
31/01/2012 - 06h00 | do UOL Notícias

Do UOL, no Rio de Janeiro
A partir de março, travestis e transexuais poderão usar seus nomes sociais quando forem registrar crimes e ocorrências que envolvam o segmento gay em todas as 164 delegacias da Polícia Civil no Estado do Rio. O nome social é a forma que travestis optam por identificar-se ao invés de usar o nome de registro.
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O Rio de Janeiro é o primeiro Estado a adotar esse procedimento nas delegacias que, segundo lideranças e defensores dos direitos homoafetivos, é uma iniciativa pioneira que ajudará a reduzir o número de subnotificações de crimes homofóbicos que tenham como vítimas travestis e transexuais.

Segundo o coordenador do Programa Rio sem Homofobia, Cláudio Nascimento, esta é a população que mais sofre com a transfobia e a discriminação.

“Não temos como identificar quais são as ocorrências envolvendo essa população. O registro policial não tem a inclusão de nome social e isso gera uma situação de constrangimento nas delegacias e também subnotificação de casos de violência contra travestis e transexuais”, afirmou Nascimento que atua na Superintendência de Direitos Individuais Coletivos e Difusos da Secretaria de Estado de Assistência Social e Direitos Humanos do estado do Rio.
Rio é pioneiro
Nesta segunda-feira (30), a chefe da Polícia Civil, delegada Martha Rocha, recebeu Nascimento e uma delegação de 10 travestis e transexuais para anunciar a nova medida que torna o Rio o Estado pioneiro a incluir os nomes sociais nos boletins de ocorrência.

“A gente espera que sirva como inspiração para que outros Estados possam pensar na possibilidade de incluir. Não mexe em orçamento, e gera um tratamento humanitário, inclui a gestão pública no marco civilizatório de dignidade. A maneira de medir o grau civilizador de um país é sabendo como ele trata as suas minorias sexuais”, argumentou Nascimento.

Nas próximas duas semanas as delegacias receberão treinamentos e capacitações de como fazer o atendimento e realizar o registro. O Programa Rio Sem Homofobia já capacitou mais de 5.000 policiais militares e outros 1.200 civis para dar tratamento qualificado a esta população.

“Quando tem uma situação de preconceito a gente denuncia para a corregedoria da polícia. Isso é mais adequado e gera uma mudança na estrutura da segurança. A identidade de gênero vai possibilitar a gente ter mais dados efetivos sobre a situação de violência contra essa população e fazer com que tenhamos a capacidade de promover ações concretas de atenção a elas”.

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

Sugestão

Olhem como ficou lindo o calendário da  Associação Russana da diversidade Humana, acessem e deem sua opinião.
blog: ardhemdebate.blogspot.com

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Brado Retumbante

Acesse o blog da minisserie e veja o video da fala do presidente. Vai ser bom para todos!

dia da visibilidade Transexual e Travesti

Estarei no calçadao arthur bernardes em Viçosa, sexta-feira dia 27 de janeiro distribuindo panfletos sobre o dia da Visibilidade das Transexuais e Travestis, quem quiser se juntar a mim ficarei muito feliz.

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

Cidade Administrativa

indo a Belo Horizonte, reserve um tempo para visitar a cidade administrativa do governo do Estado, projeto arquitetonico de Oscar Niemayer. vale a pena.

ainda no tema NOME SOCIAL

O Banco Itau, agencia de Viçosa, quando fui abrir minha conta, sem burocracia nenhuma, autorizou que eu usasse o meu nome social. achei o máximo, isto ja faz 01(um) ano!!

Nome social

Apesar de ser considerado um Estado conservador, MInas Gerais, dá grandes passos na questão dos direitos Gays. Recentemente, uma resolução do Governo de Minas  garante às transexuais que ainda não conseguiram na justiça, como eu, o direito a troca de nome nos documentos, um alívio, o NOME SOCIAL! (...)Numa resolução conjunta as Secretarias de Planejamento e de Desenvolvimento Social autoriza o uso do nome social de travestis e transexuais nas certidões e documentos do Estado. Segundo a legisla~çao, nome social é "a forma pela qual as pessoas travestis e transexuais se reconhecem, são identificadas e donominadas pela comunidade e em sua inserção social." As novas regras são uma das conquistas da Coordenadoria Especial de Políticas de Diversidade Sexual do Estado de Minas Gerais, comandada por Walquiria La Roche, qua há 25 anos milita a favor dos direitos humanos e da população LGBT.
Para Walquiria, a primeira servidora estadual a conquistar o benefício, a resolução vai permitir ainda o levantamento de dados concretos sobre alunos transexuais e travestis matriculados na rede pública ou em busca de vagas, dos casos de homofobia, já que essa informação vai passar a constar dos boletins de ocorrencia e dos comunicados de crimes emitidos pelas polícias, e também sobre servidores da administração pública. " Respeitar o nome adotado pelas pessoas é uma conquista. E a coordenadoria agora vai poder mapear essa população", afirmou Walquiria.
No caso do governo federal, a portaria do MEC assegura aos transexuais e travestis o direito de escolher o nome pelo qual querem ser tratados em atos e procedimentos do órgão. a medida inclui o cracha e o e-mail do funcionario.Fonte: Jornal  Estado de Minas 2011.

Novo ano!

Neste novo ano que se inicia espero que novas vidas brotem do interior de cada um! No meu em particular, as esperanças estão renovadas na parte profissional, até que em fim, pois 2011 foi um ano que dormi neste quesito e não valeu a pena! Fé pra todo mundo. Com fé eu vou!